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2 Comentários


  1. No caso do piano: “as duas mãos são exigidas para mover-se independentemente no instrumento”
    Vai muito além disso, se pegarmos por exemplo o estudo “Feux Follet” da coleção de estudos transcendentais de Liszt, vai muito além de independência das mãos, pois tem um fator que muitos esquecem de citar quando o assunto é tocar piano : “Força “. O piano exige muita força em cada dedo para tocar, devido ao peso das teclas, e não é uma força momentânea, é uma força que você adquire com muito esforço no intrumento, estou me referindo a um desenvolvimento muscular no antebraço.
    Para os curiosos e críticos, experimentem tocar os últimos compassos da ” La Campanella” de Franz Liszt, se você é novato no instrumento, nem perca seu tempo, se você já é veterano, vai ter que malhar mais seus músculos do antebraço e se você é um pianista virtuoso, ainda sim vai ter dificildados de tocar pelo fato de ter que conciliar esses fatores: força, limpeza do toque, velocidade do andamento e expressão.

    Na Rapsódia Húngara no.2 de Franz Liszt (novamente) na seção “Friska”, ele usa a técnica das motas repetidas, até hoje ninguém nunca conseguiu executar da maneira como se pede aquelas notas repetidas, de forma limpa e com igualdade em todas os som.

    Piano não é para qualquer um, tem que ter dedicação, força, esforço, força, muita força e mais força, mas acima de tudo paixão pelo instrumento.

    É um instrumento completo e sem sombras de dúvidas o mais difícil de tocar, pois mesmo para os virtuosos que passam horas no instrumento, existem muitas dificuldades que só com treinos transcendentais mesmo para atingir o nível ideial. (Nesse trecho me refiro às músicas virtuosas)

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  2. Vinícius B

    Em relação ao órgão, faltou mencionar que, apesar de não possuir pedal de sustentação, possui teclas a serem tocadas com os pés, junto com as mãos.

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